terça-feira, 5 de abril de 2011

DENGUE TIPO 4

A chegada de um novo sorotipo da dengue ao estado de São Paulo preocupa as autoridades de saúde do Paraná. O primeiro caso de dengue tipo 4 foi confirmado em São José do Rio Preto. Uma mulher de 31 anos contraiu o vírus e já está curada. “É um tipo de vírus que não circula aqui e, se vier sobre nossa população, que já está sensível aos demais, a probabilidade é de os casos graves aumentarem”, afirma o superintendente de Vigilância da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), Sezifredo Paz.

Várias cidades do Paraná já enfrentam epidemia de dengue e a chegada de um novo vírus pode agravar ainda mais a situação atual, que já é crítica. Paz informa que, desde o ano passado, apenas o vírus tipo 1 circula no estado. Segundo ele, para que o novo vírus recém-chegado ao estado vizinho entre no Paraná, basta que uma pessoa infectada venha para algum município daqui e seja picada por um Aedes aegypti. “Temos que continuar eliminando focos do mosquito”, reforça.

Ele orienta ainda para que as pessoas que venham de outros estados, onde já há circulação do vírus tipo 4 – São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Piauí, Pará, Roraima e Amazonas -, e apresentarem sintomas, procurem imediatamente uma unidade de saúde. Ele explica que do ponto de vista clínico, não há diferenças entre os quatro tipos de vírus da dengue. “Os sintomas são os mesmos”, diz. Porém, quando uma pessoa já foi infectada por um dos vírus e contrai um novo sorotipo, a probabilidade do agravamento do caso é maior.

O superintendente de Vigilância diz uma série de ações é desenvolvida pela Sesa nos últimos meses para diminuir o impacto da epidemia de dengue nos municípios paranaenses. “Agora, entramos numa fase onde devemos estruturar o restante do trabalho durante o ano todo”, afirma. Segundo ele, no final deste mês, as estratégias de combate ao mosquito da dengue serão apresentadas durante uma reunião do comitê gestor. “Não podemos esperar o começo do próximo verão para agir”.

Sezifredo Paz afirma que a diminuição do número de insetos no inverno não pode fazer com que a população deixe de tomar as medidas preventivas contra a dengue. “[Moradores de] algumas regiões, como o Norte do estado, tendem a pensar que a doença está controlada. No ano passado, [o mosquito] se sustentou o ano inteiro e quando aumentou a temperatura, e não houve controle da proliferação, teve um aumento rápido no número de casos nas cidades”.

Londrina

A gerente de epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Londrina, Sandra Caldeira, diz que o trânsito de pessoas é intenso e confirma o risco de o vírus da dengue tipo 4 chegar a Londrina. A cidade já confirmou 3.518 casos da doença desde o início do ano e vive uma epidemia. Sandra afirma que a secretaria faz o monitoramento de todos os casos suspeitos provenientes de outros municípios. “Fazemos a coleta de sangue para análise e, se precisar, o isolamento do paciente”, afirma. No entanto, ela diz que a coleta precisa ser feita até cinco dias após o aparecimento dos primeiros sintomas. Até agora, segundo a gerente de epidemiologia, a cidade registrou apenas cinco casos de dengue importados. Sandra reforça que os cuidados em relação ao novo vírus são os mesmos. “Se não tem criadouro, não tem mosquito”.


Fonte: JL

CRISE NA SAÚDE

A secretária de Saúde de Londrina, Ana Olympia Dornelles, poderá responder uma ação por crime de desobediência e improbidade administrativa. O motivo, segundo o promotor Paulo Tavares, é a demora em repassar ao Ministério Público (MP) as informações requeridas sobre as medidas para solucionar os problemas do setor.

Na segunda-feira (4), o diretor-executivo da Secretaria, Márcio Nishida, afirmou que a pasta havia respondido os questionamentos do MP. Contudo, nesta manhã de terça (5), o promotor afirmou que não recebeu nada e ainda ironizou a distância entre os prédios da prefeitura e do Ministério.

A distância entre a sala do promotor e o gabinete da secretária é de pouco mais de 300 metros. “Eles sempre falam que mandam, mas nunca chegou nada. E olha que estamos perto. Tudo é muito demorado, não pode ser mais assim”, disse.

Sem receber as informações que deveriam ter sido enviadas na sexta-feira (1º), o promotor reenviou o ofício para a Secretaria estipulando prazo até quarta-feira (6). Para o promotor, a situação está “chegando ao limite das ações extrajudiciais”. “Esta será uma semana decisiva: a única alternativa é a prefeitura melhorar a situação do atendimento”, afirmou.

No fim de semana quem procurou por atendimento no Pronto-Atendimento Municipal (PAM) sofreu com a demora e a falta de médicos. Dos quatro profissionais escalados para trabalhar, apenas dois compareçam ao plantão. Segundo o diretor-executivo, Márcio Nishida, a empresa Classmed, contratada para oferecer plantões, foi notificada para justificar o problema.

A secretária Ana Olympia se surpreendeu com a informação do posicionamento do Ministério Público. Ela afirmou que o documento foi encaminhado para o promotor e que a saída foi protocolada na prefeitura. “Esse documento saiu daqui, como ele não recebeu?”, disse.

Na tarde desta terça-feira (5), o diretor-executivo da Secretaria Municipal de Saúde, Márcio Nishida, disse que o documento teria chegado ao promotor no fim da tarde de segunda (4). Ele contou que falou por telefone com o promotor, que confirmou o recebimento. A reportagem não conseguiu localizar Paulo Tavares para confirmar a informação.


Reivindicações

Na tarde de segunda, o promotor Paulo Tavares recebeu lideranças dos bairros da região oeste de Londrina, onde está localizada da Unidade Básica do Jardim Leonor. Eles entregaram um abaixo-assinado com quase 9 mil assinaturas, pedindo melhorias no atendimento médico do posto de saúde. O promotor afirmou que discutirá com a comunidade as respostas da prefeitura. “Quero conversar com a população, se preciso vamos conferir a situação pessoalmente. O que não pode é a situação continuar como está.” Questionado se a administração municipal também poderia responder judicialmente por improbidade administrativa, Tavares disse que “não gostaria de adiantar nada”, não descartando uma ação.

EXTRA!!! EXTRA!!! BACURAUZINHU NASCE COM UM PERNÃOOOOO!!!


FICOU GORDA, NÃO TEM BACURAUZINHU!!! TÁ VENDO SÓ???

Grávidas obesas podem causar prejuízos para a vida de seus filhos. De acordo com pesquisa realizada no Reino Unido, mais de 100 mil bebês por ano estão em risco de morte, deformidade ou problemas graves de saúde devido aos muitos quilos a mais de suas mães. Pesquisadores das universidades Teesside, Newcastle e Durham analisaram dados de mais de 600 mil mulheres que deram à luz em 38 hospitais. Descobriram que a proporção de gestantes classificadas como obesas mais que dobrou nos últimos 20 anos, de 7% passou para 15%. Agora, uma em cada seis é clinicamente obesa. "Ficamos realmente surpresos ao descobrir altos níveis de obesidade em um grupo tão jovem. Muitas mulheres engravidam sem pensar nas consequências da obesidade durante a gravidez", disse o pesquisador Nicola Heslehurst, da Teesside University, que ajudou na elaboração do relatório. Segundo o jornal Daily Mail, cerca de 50% das mortes maternas estão ligadas à obesidade ou a complicações relacionadas a ela, como doenças cardíacas ou diabetes. A publicação International Journal of Obesity divulgou os dados do levantamento. De acordo com outro estudo, divulgado na última semana pelo Centre for Maternal ans Child Enquiries, do Reino Unido, 15% das mães que morreram eram obesas mórbidas ou superobesas mórbidas. As obesas grávidas têm quatro ou cinco vezes maior risco de sofrer de morte decorrente da gravidez ou do parto que uma mulher de peso normal. A mesma proporção é observada para os bebês.

Fonte: Terra

segunda-feira, 4 de abril de 2011

GRAVIDEZ


Seu nome é Olívia e ela tem poucos meses de vida, mas já é um ícone da evolução dos tratamentos de fertilidade. O nascimento desta pequena britânica tem sido considerado um marco no tratamento para mulheres com mais de 50 anos conseguirem engravidar.

De acordo com notícia publicada no site britânico Daily Mail, que aponta a viabilidade da maternidade cada vez mais tardia, a técnica utilizada para gerar Olívia foi o congelamento de óvulos, conhecido como flash frozen (ou congelamento instantâneo, em português).

O procedimento acelera o tempo de congelamento que era de duas horas para apenas 60 segundos. Com a rapidez do congelamento, a taxa de sobrevivência dos óvulos sobe de 65% para 95%, e isso contribui para o processo de fertilização, mesmo em mulheres mais velhas. Com a menor degeneração do produto genético, as chances de aborto e do desenvolvimento da síndrome de Down seriam equivalentes às da gravidez de uma mulher de 30 anos.

"O nascimento de Olívia dá esperança para muitas mulheres jovens que querem preservar a fertilidade, principalmente em casos de tratamentos contra o câncer, ou até para as mulheres que não se sentem preparadas para gerar uma vida agora, mas querem ser mães um dia", disse Gillian Locwood, da Midland Fetility Services, ao site britânico.

A mulher moderna enfrenta o dilema de possuir uma estreita janela entre os 30 anos e o fim da idade fértil. Elas têm se casado mais tarde e optado por construir famílias em idade próxima ao limite do declínio reprodutivo. Com a consolidação desta técnica, as mulheres poderiam se programar para ter filhos mais tarde e com maior facilidade, já que o processo de congelamento deve exigir menos ciclos de tratamento.

A história de Olívia Os pais de Olívia, Karen Bateman e Carl Bate, começaram a planejar a família em 2002, mas o diagnóstico de endometriose em Karen fez os médicos alertarem sobre a possibilidade de ela não engravidar no futuro. Em 2009, Karen optou pela fertilização in vitro, mas apenas um embrião, dos 17 produzidos, se tornou viável e o tratamento falhou.

No entanto, o casal não desistiu e, ainda em 2009, se tornou o primeiro a experimentar a técnica de congelamento instantâneo. Durante o processo, o óvulo é coberto por uma película e inserido em uma gota de solução. Por meio de partículas de nitrogênio líquido, a solução é rapidamente congelada e, em apenas um minuto, o material genético pode ser armazenado em nitrogênio líquido para ser utilizado no futuro.

Em março de 2010, cinco meses após terem sido congelados, os óvulos de Karen foram descongelados e dois embriões foram colocados de volta em seu ventre. Durante duas semanas, o casal esperou ansioso pelos resultados, que foi confirmado com um teste simples de gravidez. Dos dois embriões, um deu origem à Olívia, o bebê que traz novas esperanças para a mulher moderna.

Fonte : Terra

ALERTA!!! AUMENTAM OS CASOS DE DENGUE

Londrina tem mil novos casos de dengue confirmados em uma semana

A Secretaria Municipal de Londrina divulgou hoje (4) um novo balanço do número de casos de dengue na cidade. Ao todo, já foram confirmados 3.518 casos, sendo 2.225 através de exame laboratorial e 1.293 por critério clínico epidemiológico.

No levantamento anterior a cidade estava na marca dos 2,5 mil casos, o que significa um aumento de quase mil confirmações no período de uma semana.

A Zona Leste continua apresentando mais casos, com 1.609 confirmações da doença. A região norte teve 517 casos até agora. A região sul confirmou 468 casos, a região central 450, a oeste 447 e a zona rural apenas 27.

Há mais de duas semanas o município está aplicando a medida recomendada pelo Ministério da Saúde, que desobriga a realização de exame de sangue para confirmarção de dengue. O diagnóstico é realizado a partir de sinais clínicos do paciente.

O coordenador de Endemias da Secretaria de Saúde, Elson Belisário, declarou que, apesar dos números, a situação da doença na cidade apresenta melhoras. "As Unidades Básicas de Saúde (UBS), têm recebido menos casos de suspeita de dengue, mas ainda estamos em fase de avaliação dos resultados", explicou.

A partir da próxima segunda-feira (11) o município deve iniciar o Lira (Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes Aegypti) que mostra a incidência do mosquito. O resultado deve ser usado para promover novas ações contra a doença na região.

(com informações da N.com)

RECONTAGEM DE VOTOS DE BELINATI

Os votos dados ao candidato a deputado estadual Antonio Casemiro Belinati (PP), barrado pela Lei da Ficha Limpa, serão recontados e computados no resultado final da eleição paranaense.


A decisão é do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes. Com base no entendimento da Corte de que a lei não vale para as eleições do ano passado, Mendes deu provimento ao recurso extraordinário do candidato, que havia sido considerado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), mesmo com a decisão não haverá alteração no quadro dos deputados estaduais eleitos. De acordo com a assessoria do STF, ao admitir o recurso Mendes lembrou que a decisão do TSE contrariou o posicionamento do STF e que deveria, por isso, ser reformada.


Fonte: Bonde News