sábado, 14 de janeiro de 2012

COMO É A TRANSMISSÃO DO MOSQUITO DA DENGUE???

A dengue pode ser transmitida por duas espécies de mosquitos (Aedes aegypti e Aedes albopictus), que picam tanto durante o dia como à noite. Os transmissores, principalmente o Aedes aegypti, se reproduzem dentro ou nas proximidades de habitações, em recipientes onde se acumula água limpa (vasos de plantas, pneus velhos, cisternas, etc.). A transmissão pelo Aedes albopictus não é comum porque o mosquito não costuma frequentar o domicílio.

O Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. O mosquito costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas quentes, pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Se caracteriza por ser um inseto de comportamento estritamente urbano, sendo raro encontrar amostras de seus ovos ou larvas em reservatórios de água nas matas.

Em média, cada Aedes aegypti vive 30 dias e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos de cada vez. Ela é capaz de realizar inúmeras posturas no decorrer de sua vida, já que copula com o macho uma única vez, armazenando os espermatozóides em suas espermatecas (reservatórios presentes dentro do aparelho reprodutor). Uma vez com o vírus da dengue, a fêmea torna-se vetor permanente da doença e calcula-se que haja uma probabilidade entre 30 e 40% de chances de suas crias já nascerem também infectadas.

A fêmea pica a pessoa infectada, mantém o vírus em sua saliva e o retransmite em novas picadas. A transmissão ocorre pelo ciclo homem-Aedes aegypti-homem.

Secretaria de Saúde do Paraná

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

TRANSPOSIÇÃO DO CÓRREGO BARREIRO





E para quem não acreditava começaram as obras de transposição do Córrego Barreiro onde ligará as Avenidas Robert Koch e São João na zona leste de Londrina. 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

MUDANÇAS NO SECRETARIADO

A Prefeitura de Londrina comunicou no começo da noite desta terça-feira (10) a mudança de gestão de seis secretarias. Segundo o Núcleo de Comunicação, a reforma de secretariado foi impulsionada principalmente por causa das eleições municipais em outubro. A mudança atinge as secretarias da Saúde, Idoso, Fazenda, Ambiente, Defesa Social e Chefia de Gabinete. Os novos titulares assumem na próxima segunda-feira (16).
No Ambiente, José Novaes Faraco dá lugar ao servidor Gilmar Domingues Pereira, que trabalha há 16 anos na Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). Outro servidor que entra no primeiro escalão municipal é Fábio Campos. Ele será responsável pela Secretaria de Fazenda, hoje gerenciada por Edson Antonio de Souza, que acumulará, a partir de segunda-feira, a Secretaria da Saúde e de Planejamento. O médico Márcio Nishida Makoto, que assumiu após uma gestão turbulenta com denúncias de irregularidades na terceirização de agentes, abandonará a Saúde para cursar pós-graduação no Japão.

O delegado da Polícia Civil em Cuiabá (MT) Jefferson Dias Chaves assume a Defesa Social, no lugar de Joaquim Antonio de Melo. Na Secretaria do Idoso, sai Liz Clara Ribeiro de Campos e entra Altina Leonardo Gouvea.

A última mudança anunciada nesta terça-feira foi na chefia de gabinete do prefeito Barbosa Neto. Entra Antonio Rogério Lopes Ortega, atual assessor do vereador Roberto Fú (PDT). Marco Cito, que tocava a pasta interinamente, permanecerá apenas na secretaria de Governo.

Por meio da assessoria, o prefeito informou que haverá mais duas mudanças. a secretária da Mulher, Sueli Galhardi, e o presidente da Companhia de Habitação de Londrina (Cohab), João Verçosa devem ficar na prefeitura somente até 30 de abril, prazo final para os candidatos deixarem os cargos.

Fonte: JL

DENGUE

As equipes do setor de Endemias da secretaria de Saúde de Londrina iniciaram ontem o primeiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes aegypti (Lira) do ano. Esta é considerada a época mais crítica do ano, já que as altas temperaturas aliadas às chuvas de verão favorecem a proliferação.

O coordenador de Endemias da secretaria, Elson Belisário, disse que este é o Lira mais importante já que dificilmente ficará dentro do limite de 1%, que o Ministério da Saúde preconiza como tolerável. ''Este período é muito complicado para o controle da doença e do vetor. Estamos esperando um Lira entre 1% e 3,9%'', disse. Segundo ele, até o índice de 3,9% a situação é de alerta, e acima disso o risco passa a ser de epidemia.

Durante a realização do Lira o perímetro urbano da cidade é dividido em 39 regiões, conforme as áreas de abrangência das Unidades Básicas de Saúde. Desta forma é possível conseguir o índice detalhado de infestação em cada localidade. ''Serão feitas de oito a nove mil visitas em quadras sorteadas. Não escolhemos os imóveis, eles são determinados conforme a metodologia do Ministério da Saúde'', explicou Belisário.

Os imóveis fechados não são contabilizados e uma equipe de supervisores passa fiscalizando 10% dos imóveis que foram visitados pelos agentes. ''São 18 supervisores, os moradores precisam entender que as vezes o agente aparece de manhã e à tarde tem outra pessoa no portão querendo olhar novamente'', observou Belisário. Segundo ele, essa vistoria é fundamental para garantir a veracidade do processo. Em caso de dúvida o morador pode ligar para o fone 0800-4001893 e questionar se aquele agente é parte integrante da equipe de endemias da secretaria.

Os 270 agentes em campo estão coletando informações para o Lira até a próxima sexta-feira e o resultado deve sair no início da próxima semana. A partir dos números alcançados em cada região serão direcionadas as ações da secretaria. O coordenador disse que mesmo se o Lira for considerado baixo a possibilidade de epidemia não será descartada. ''Até março estaremos trabalhando em alerta'', disse.

''Neste ano ainda não tivemos nenhum caso positivo de dengue. Nesta época do ano passado já estávamos em grande dificuldade'', destacou. De agosto a dezembro de 2010 foram registrados em Londrina 184 casos de dengue. No mesmo período do ano passado foram 37 os casos confirmados.

De acordo com o clínico geral Marcos Magalhães, no Pronto Atendimento Municipal (PAM) houve aumento de pacientes com suspeita da doença nas últimas semanas. Apesar disso, ele informou que não há dificuldade da equipe em atender todos. ''No ano passado a procura foi muito maior do que a atual'', disse.

Conforme a diretora de Epidemiologia da secretaria municipal de Saúde, Sandra Caldeira, nesta época do ano são comuns outras outras viroses que tem sintomas parecidos com os da dengue. ''Fazemos a notificação e coletamos sangue para fazer o exame. De cada cem exames dois são positivos'', afirmou.

Fonte: FL
Michelle Aligleri
Reportagem Local

sábado, 7 de janeiro de 2012

NO PROGRAMA PAIQUERE RADIO OPINIÃO

Hoje no programa Paiquerê Rádio Opinião onde teve a participação dos integrantes da CMTU o presidente da Associação de Moradores, Carlos Siqueira, cobrou a questão da limpeza dos terrenos públicos constantes dos bairros compostos pela associação, principalmente as praças dos Jardins Monterrey e Monte Sinai  e também a cobrança da serviço de reciclagem no jardim Monte Sinai que não existe. Segundo o presidente da CMTU, André Nadai, os serviços serão executados ainda este mês e o Jardim Monte Sinai será incluído no contrato firmado com os recicladores recentemente e a região será atendida. 

MORAR SOZINHO?

Aumento de separações conjugais, independência financeira cada vez mais cedo. Muitos são os motivos para as pessoas morarem sozinhas. Essa oportunidade pode significar um exercício positivo de independência, mas também exige uma boa dose de disciplina.

''Morar sozinho deve ser uma questão de opção da pessoa, que não deve permitir que sua vida seja marcada pela solidão, pois isso pode oferecer prejuízos psicólogicos e físicos, afetando o organismo de forma geral'', afirma a psicóloga clínica e mestre em análise do comportamento, Ana Cristine Ruppenthal, de Londrina.

De acordo com a especialista, algumas pessoas podem se adaptar bem à autonomia e à privacidade. No entanto, Ana Cristine alerta que outras podem se isolar, o que pode aumentar radicalmente níveis de estresse e ansiedade, evoluindo para quadros de depressão e fobia social.

Segundo ela, o principal sintoma desse quadro de depressão é o sentimento de infelicidade, que se manifesta, geralmente, pelo evitar chegar em casa após o trabalho ou os estudos. E, quando está em casa, o fato da pessoa evitar sair para qualquer tipo de programa com amigos ou familiares. ''Geralmente, ela prefere ficar horas na internet conversando com conhecidos, pessoas que realmente não são suas amigas.''

Fonte: FL
Leia mais na matéria da repórter Fernanda Carreira