domingo, 30 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
NA PAIQUERÊ AM
Hoje o presidente da Associação de Moradores, Carlos Siqueira, agradeceu aos responsáveis pela limpeza dos terrenos públicos no programa Paiquerê Rádio Opinião, uma vez que estavam realmente com uma aparência horrível, deixando os moradores com vergonha mesmo. Na realidade nem deveria ter cobranças, deve ser sim, obrigação do órgão público. Contudo, estamos atentos. O presidente, Carlos Siqueira, também cobrou do Diretor de Trânsito, a questão da sinalização em frente a Escola da Apae, que está muito difícil de transitar pelo local.
NOTÍCIA BOA!!!


Olha mais uma notícia boa para nossa região. As máquinas estão fazendo os serviços de terraplanagem no terreno compreendido entre o Jardim das Nações e Vale do Cedro. Ocorre que a empresa MRV Construções, vai edificar em torno de 17 blocos de apartamentos naquele local. O progresso continua nos bairros compreendido pela Associação de Moradores.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
CADÊ O EXEMPLO????
Terreno na zona leste acumula sucata recolhida pela CMTU
Companhia prepara projeto para reaproveitar material em construção de cobertura
Um depósito a céu aberto da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), localizado no Jardim Vitória Régia, zona leste, acumula restos de materiais como postes de pontos de ônibus, telhas de amianto, restos de luminárias e de alumínio e ferros retorcidos, que podem acumular água e gerar focos do mosquito da dengue.
Apesar do acúmulo de entulho no terreno, que fica na Rua Dom João VI, próximo à coordenadoria de sistemas viários da companhia, o presidente da CMTU, André Nadai, afirmou que não há riscos para a população. “O local sempre é vistoriado, não existe nenhum problema. Os funcionários da própria companhia estão ali todos os dias e verificam se tem água acumulada ou não, daí eles já retiram, não tem risco”, assegurou. Ele informou que atualmente a CMTU já tem um projeto para a cobertura do terreno, e pretende dar início as obras o mais breve possível.
Desde agosto do ano passado, tramita na Câmara dos Vereadores um projeto de lei que prevê alterações no funcionamento de ferros-velhos em Londrina justamente para que, ao menos os novos, não possam mais funcionar a céu aberto. Se o projeto for aprovado, os estabelecimentos só poderão obter alvará se tiverem depósitos cobertos.
Nadai disse que o projeto estaria pronto ainda até o final desta semana, porém, o assessor técnico da CMTU, Gilmar Domingues, acha que vai levar mais tempo. “Eu teria que entregar na semana que vem, mas acredito que não vai dar tempo, porque a demanda para outras coisas está muito grande”, disse. De acordo com Domingues, a construção da cobertura do barracão vai utilizar parte da sucata do local. “Estamos vivendo em um momento diferenciado, fala-se muito em sustentabilidade e a CMTU tem que dar o exemplo”, afirmou.
“Usando esse material que foi recolhido a gente evita o desperdício. A ideia é resolver um problema antigo gastando o mínimo possível.”, disse. Após a aprovação do projeto, as obras devem começar no máximo em um mês. “Dependendo da aprovação, acredito que no prazo de 20 a 30 dias a cobertura seja construída”.
Um depósito a céu aberto da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), localizado no Jardim Vitória Régia, zona leste, acumula restos de materiais como postes de pontos de ônibus, telhas de amianto, restos de luminárias e de alumínio e ferros retorcidos, que podem acumular água e gerar focos do mosquito da dengue.
Apesar do acúmulo de entulho no terreno, que fica na Rua Dom João VI, próximo à coordenadoria de sistemas viários da companhia, o presidente da CMTU, André Nadai, afirmou que não há riscos para a população. “O local sempre é vistoriado, não existe nenhum problema. Os funcionários da própria companhia estão ali todos os dias e verificam se tem água acumulada ou não, daí eles já retiram, não tem risco”, assegurou. Ele informou que atualmente a CMTU já tem um projeto para a cobertura do terreno, e pretende dar início as obras o mais breve possível.
Desde agosto do ano passado, tramita na Câmara dos Vereadores um projeto de lei que prevê alterações no funcionamento de ferros-velhos em Londrina justamente para que, ao menos os novos, não possam mais funcionar a céu aberto. Se o projeto for aprovado, os estabelecimentos só poderão obter alvará se tiverem depósitos cobertos.
Nadai disse que o projeto estaria pronto ainda até o final desta semana, porém, o assessor técnico da CMTU, Gilmar Domingues, acha que vai levar mais tempo. “Eu teria que entregar na semana que vem, mas acredito que não vai dar tempo, porque a demanda para outras coisas está muito grande”, disse. De acordo com Domingues, a construção da cobertura do barracão vai utilizar parte da sucata do local. “Estamos vivendo em um momento diferenciado, fala-se muito em sustentabilidade e a CMTU tem que dar o exemplo”, afirmou.
“Usando esse material que foi recolhido a gente evita o desperdício. A ideia é resolver um problema antigo gastando o mínimo possível.”, disse. Após a aprovação do projeto, as obras devem começar no máximo em um mês. “Dependendo da aprovação, acredito que no prazo de 20 a 30 dias a cobertura seja construída”.
Fonte: Jornal de Londrina
PRAÇA DO JARDIM MONTERREY
Quem passou pela praça do jardim Monterrey pode observar algumas ações. Além dos bancos novos e pintados, foi também realizada a pintura no meio fio em torno da praça, dando um aspecto mais agradável naquele local. O presidente da Associação, Carlos Siqueira e o Coordenador de Assuntos Públicos, Edson Carlos, fizeram o serviço. Foi protocolado também um pedido para instalação de postes de iluminação pública na praça, um pedido de uma Academia ao Ar Livre, lixeiras ecológicas e o recipiente, Vamos Reciclar e muito mais vem por ai. É a Associação trabalhando por você!!!!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
FOLHA NORTE PUBLICA MATERIA DO PROJETO DE BOCA EM BOCA
EM BUSCA DE SORRISOS
Dentistas visitam famílias da região leste levando orientações sobre a importância da saúde bucal e esclarecendo dúvidas sobre lesões, escovação e próteses
Todas as sextas-feiras, famílias que residem na região leste da cidade têm recebido duas visitantes preocupadas com o sorriso da comunidade local. As dentistas Christiane Said Nascif e Fabiana Coppo levam orientação sobre a importância da saúde bucal à população de baixa renda. Dicas de escovação, uso correto do fio dental, avaliação de lesões e esclarecimentos são os principais temas abordados durante as visitas. Entre os diagnósticos mais preocupantes estão as lesão e e sangramentos bucais. " Se existe alguma lesão, ela deve ser avaliada porque pode ser sinal de um câncer bucal. Já o sangramento, por menor que seja, é indício de que existe uma infecção ou lesão que deve ser tratada", enfatiza Christiane. Após um diagnóstico prévio, os pacientes são orientados a procurar um dentista ou um especialista, no caso de suspeita de câncer. Outra preocupação é em relação à falta de manutenção em dentaduras. " O tempo de vida útil de uma dentadura é de, no máximo, cinco anos. Neste período, é importante ir ao dentista para avaliar se a prótese não está provocando lesões ou perda óssea na boca do paciente", orienta Fabiana. O trabalho voluntário ganhou o nome de projeto "De boca em boca" e começou em setembro do ano passado por meio de parceria com a Associação dos Moradores do Jardim Monterrey. Cerca de 30 famílias já foram visitadas pelas dentistas que têm consultório no bairro há oito anos. "Pensamos em proporcionar um diagnóstico precoce à população que não tem o hábito de ir ao dentista com frequência. Pretendemos também promover palestras sobre saúde bucal nos colégios da região", diz o presidente da Associação que reúne nove bairros, Carlos Siqueira. Não visamos lucrar com esse projeto. Queremos promover a saúde da comunidade", diz Christiane. A recepcionista Maria Batista de Oliveira, moradora do jardim Monterrey, recebeu a primeira visita das dentistas esta semana e aprovou a iniciativa. Para realizar o diagnóstico, ela respondeu um questionário com perguntas sobre hábitos de higiene bucal, depois aproveitou para esclarecer dúvidas sobre a limpeza correta de implantes e o hábito de ranger dentes à noite. " Com a correria, a gente acaba indo ao dentista apenas uma vez ao ano, ou quando sente dor. Achei o trabalho delas excelente. Estou até me sentindo mais motivada a fazer uma consulta para resolver o problema de um dente quebrado que me faz ter vergonha na hora de sorrir", revelou.
Fonte: Folha Norte
Marcos Ronam
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