sábado, 8 de dezembro de 2012
OSCAR NIEMEYER
Morreu Oscar Niemeyer, o último grande arquitecto do século XX.O arquitecto brasileiro Oscar Niemeyer morreu aos 104 anos, num hospital do Rio de Janeiro. Tinha sido internado no início do mês passado, pela terceira vez este ano. Desde então, o estado clínico tinha vindo a agravar-se, com problemas respiratórios e renais.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
TERMINAL
Problemas sem solução no Terminal Urbano
Reforma melhorou acessibilidade, mas usuários de transporte coletivo
reclamam de falhas estruturais, como goteira e buracos na pista
Obras, que incluem instalação de piso tátil e
pintura, devem ser concluídas nos próximos dias
Londrina - A reforma no Terminal Central de Transporte
Coletivo de Londrina deve ser concluída nos próximos dias, como previa o contrato inicial entre a Secretaria de Obras e a empresa responsável.
Apesar das mudanças e adequações realizadas na área, localizada na Rua Benjamin
Constant, alguns problemas nos pátios inferior e superior continuam sem solução.
São limitações que têm incomodado os usuários.
''As pistas estão cheias de buracos e quando chove vira pura lama. Fora isso, tem goteiras por todos os lados e os bancos estão quebrados'', desabafa a dona de casa Janete Cavalari, moradora do residencial Vista Bela (zona norte), e que utiliza o transporte semanalmente para levar o filho Ricardo, de 11 anos, às sessões de fisioterapia no Hospital Universitário. Ela acrescentou que a interdição do pavimento G, onde está localizada a linha de ônibus 107, que utiliza para ir até o hospital, tem causado muita confusão e transtorno para os usuários.
A aposentada Jecel Flores, de 63 anos, usuária da mesma linha, confirma. ''A gente vê esse monte de coisa, entulho, interdição. Eu e minha neta ficamos mais de meia hora de pé esperando ônibus e não tem um banco para gente sentar; espero que com a reforma as coisas melhores.''
Apesar de reconhecer que a acessibilidade melhorou com a colocação de piso tátil, rebaixamento de guia e adaptação dos banheiros, a vendedora autônoma Juditi Teixeira reclama que o piso do Terminal continua quebrado. Segundo ela, várias pessoas já tropeçaram e caíram. ''Que reforma é essa que só pinta as paredes, coloca piso tátil e o resto continua igual? Para mim não mudou nada'', disse.
A reforma teve início em junho deste ano e o custo total é de R$ 600 mil, com recursos do município. O engenheiro da secretaria de obras, Fernando Bergamasco, disse que todos os itens previstos no contrato com a empresa foram realizados. Segundo ele, o projeto tinha como base quatro objetivos principais: adequação funcional, permitindo maior acessibilidade dos usuários com a colocação de faixa tátil, corrimão nas rampas de acesso aos pátios, reforma e adptação dos banheiros e substituição do piso com material antiderrapante; adequação na cobertura, com colocação de material impermeável, além da pintura do prédio.
Bergamasco reconheceu os problemas no pavimento, o desgaste dos bancos e a necessidade de reforma das calçadas, mas informou que a resolução destes problemas não estava previsto no contrato. Segundo ele, a responsabilidade é da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e as adequações devem ser realizadas em breve.
O Terminal Urbano Central foi inaugurado em 1988. Diariamente, circulam pelo local cerca de 60 mil pessoas e 200 ônibus. A última reforma foi realizada em 1994, por problemas de infiltração, segundo o diretor de Transporte da CMTU, Wilson de Jesus.
''As pistas estão cheias de buracos e quando chove vira pura lama. Fora isso, tem goteiras por todos os lados e os bancos estão quebrados'', desabafa a dona de casa Janete Cavalari, moradora do residencial Vista Bela (zona norte), e que utiliza o transporte semanalmente para levar o filho Ricardo, de 11 anos, às sessões de fisioterapia no Hospital Universitário. Ela acrescentou que a interdição do pavimento G, onde está localizada a linha de ônibus 107, que utiliza para ir até o hospital, tem causado muita confusão e transtorno para os usuários.
A aposentada Jecel Flores, de 63 anos, usuária da mesma linha, confirma. ''A gente vê esse monte de coisa, entulho, interdição. Eu e minha neta ficamos mais de meia hora de pé esperando ônibus e não tem um banco para gente sentar; espero que com a reforma as coisas melhores.''
Apesar de reconhecer que a acessibilidade melhorou com a colocação de piso tátil, rebaixamento de guia e adaptação dos banheiros, a vendedora autônoma Juditi Teixeira reclama que o piso do Terminal continua quebrado. Segundo ela, várias pessoas já tropeçaram e caíram. ''Que reforma é essa que só pinta as paredes, coloca piso tátil e o resto continua igual? Para mim não mudou nada'', disse.
A reforma teve início em junho deste ano e o custo total é de R$ 600 mil, com recursos do município. O engenheiro da secretaria de obras, Fernando Bergamasco, disse que todos os itens previstos no contrato com a empresa foram realizados. Segundo ele, o projeto tinha como base quatro objetivos principais: adequação funcional, permitindo maior acessibilidade dos usuários com a colocação de faixa tátil, corrimão nas rampas de acesso aos pátios, reforma e adptação dos banheiros e substituição do piso com material antiderrapante; adequação na cobertura, com colocação de material impermeável, além da pintura do prédio.
Bergamasco reconheceu os problemas no pavimento, o desgaste dos bancos e a necessidade de reforma das calçadas, mas informou que a resolução destes problemas não estava previsto no contrato. Segundo ele, a responsabilidade é da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e as adequações devem ser realizadas em breve.
O Terminal Urbano Central foi inaugurado em 1988. Diariamente, circulam pelo local cerca de 60 mil pessoas e 200 ônibus. A última reforma foi realizada em 1994, por problemas de infiltração, segundo o diretor de Transporte da CMTU, Wilson de Jesus.
Fernanda Carreira
Reportagem Local
Reportagem Local
INCOMPETENCIA TOTAL
Cancelado convênio para construção de escola em Londrina
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
(FNDE) extinguiu um convênio feito com a prefeitura de Londrina em 2010 para a
construção de uma escola para atender até 240 crianças no jardim Vale do Cedro,
região leste da cidade.
Os recursos, que totalizavam R$ 1,2 milhão, faziam parte do Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar de Educação Infantil – Proinfância, atendendo a uma emenda parlamentar do deputado Wilson Picler (PDT), que assumiu mandato na Câmara dos Deputados após a eleição de Barbosa Neto (PDT) no terceiro turno em Londrina, em 2009.
Assinado em 31 de dezembro de 2010, o contrato tinha validade de 720 dias.
De acordo com o fundo, o convênio foi cancelado em função do decreto presidencial 7.654/2011, que cancelou pagamentos do exercício 2010. Apesar disso, o FNDE não havia repassado nem a primeira parcela do convênio, já que não houve aprovação técnica integral do projeto.
Esta não é a primeira vez que a prefeitura de Londrina perde recursos para construção de escolas e creches de emendas parlamentares do Proinfância.
A Escola Municipal Haydee Colli Monteiro, na zona norte da cidade, também tinha recursos federais garantidos, mas acabou sendo reconstruída com recursos próprios da prefeitura, cerca de R$ 2 milhões.
Fonte:
Os recursos, que totalizavam R$ 1,2 milhão, faziam parte do Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar de Educação Infantil – Proinfância, atendendo a uma emenda parlamentar do deputado Wilson Picler (PDT), que assumiu mandato na Câmara dos Deputados após a eleição de Barbosa Neto (PDT) no terceiro turno em Londrina, em 2009.
Assinado em 31 de dezembro de 2010, o contrato tinha validade de 720 dias.
De acordo com o fundo, o convênio foi cancelado em função do decreto presidencial 7.654/2011, que cancelou pagamentos do exercício 2010. Apesar disso, o FNDE não havia repassado nem a primeira parcela do convênio, já que não houve aprovação técnica integral do projeto.
Esta não é a primeira vez que a prefeitura de Londrina perde recursos para construção de escolas e creches de emendas parlamentares do Proinfância.
A Escola Municipal Haydee Colli Monteiro, na zona norte da cidade, também tinha recursos federais garantidos, mas acabou sendo reconstruída com recursos próprios da prefeitura, cerca de R$ 2 milhões.
Fonte:
Marco Feltrin - Redação
Bonde
sábado, 13 de outubro de 2012
AGRADECIMENTO
Gostaria de agradecer
a todos aqueles que confiaram e depositaram a esperança de uma renovação na
forma de fazer politica nessas eleições. Respeitar com muita humildade aqueles
que votaram em outros candidatos, porém que você possa cobrar desse seu candidato as melhorias que tanto nossa comunidade precisa. Obtive 635 votos limpos, de forma leal, sem adesivos
em carros, sem placas espalhadas nas casas, não derramei um santinho nas ruas,
não paguei churrasco, não tinha
cavaletes e nem dei ao menos uma bala para uma criança, mesmo fazendo um
trabalho voltado a elas, por acreditar na honestidade e justiça. Agora é
levantarmos a cabeça e continuarmos seguindo em frente acreditando sempre que
pessoas que acreditam no lado bom da vida são as que realizam obras e trabalhos
dignos. Um grande abraço para cada um de voces e que Deus possa abençoar sempre
o caminho de todos!!!!
FAIXA ELEVADA
Hoje através da Rádio Paiquerê AM cobrei da Prefeitura a construção de uma faixa elevada horizontal na Avenida Robert Koch que virou uma pista de corrida.
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