terça-feira, 16 de agosto de 2011

CARROS ABANDONADOS NAS RUAS

Projeto que prevê a remoção de veículos abandonados em logradouros públicos da cidade foi aprovado na segunda-feira (15), na Câmara de Curitiba. O autor da proposta e segundo vice-presidente da Casa, vereador Tico Kuzma (PSB), explicou que é considerado abandonado o veículo que, após a denúncia, permanecer no local mais de 30 dias e apresentar mau estado de conservação ou for objeto de vandalismo ou depreciação.

"Nesse caso, o automóvel deverá ser identificado e o proprietário notificado pelo órgão competente para que retire o veículo no prazo de dez dias, sob pena de remoção", informou, acrescentando que, se não for possível identificá-lo pela falta de placa, por exemplo, a remoção para o pátio de recolhimento da prefeitura será imediata, ficando sua liberação condicionada à apresentação de documentos e pagamento de taxas".

De acordo com Kuzma, há quatro fortes motivos para a sanção da lei, além de atender reivindicação da população que mora no entorno do local do abandono. O primeiro e mais perceptível, segundo ele, diz respeito à organização do trânsito e despoluição do cenário urbano. Em seguida, o vereador explicou se tratar de saúde pública.

"Veículos abandonados podem empoçar água, sendo um ótimo lugar para o mosquito da dengue", alertou, acrescentando se tratar, também, de segurança pública, uma vez que o automóvel "pode servir de mocó para pessoas mal intencionadas".

E por último disse que os veículos abandonados geram resíduos que contribuem para a degradação do meio ambiente. (com informações da Câmara Municipal de Curitiba)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

DESPERTAM O DESEJO MASCULINO

Sabe aquele dia que bate certo desanimo de tirar a maquiagem e você decide ir pra cama do jeito que está? Pois a maquiagem borrada, que geralmente não parece algo muito agradável depois de uma noite de sono, foi uma das atitudes sexy indicadas por um dos homens entrevistados.

Uma pequena guerrinha na cama é algo sexy, mas, segundo uma das fontes ouvidas, o interessante mesmo é quando ela tenta tapar a boca dele com as mãos.

Preocupada com uma barriginha saliente? Relaxe. Segundo um dos entrevistados, um pouquinho de barriga não faz mal a ninguém, pois transmite feminilidade.

Fingir ser outra pessoa, entre quatro paredes, é uma técnica que costuma funcionar com alguns homens. Um dos entrevistados contou que namorou uma mulher que mantinha uma aparência séria durante o dia, mas, de vez em quando, o surpreendia com uma tatuagem falsa, o que o fazia sentir que estava indo para cama com uma mulher diferente a cada dia.

Chegar toda suada da academia e correr para o banho pode não ser a coisa mais importante na visão de um homem. Uma das opiniões relatadas na revista mostra que o aspecto da mulher depois de malhar pode ser bastante atraente.

Uma das fontes ouvidas pela revista citou a gargalhada como um item fundamental durante o sexo, pois ele acredita que a seriedade neste momento não é algo muito sensual.

Usar um item tradicionalmente masculino, como um boné de baseball, pode ser algo excitante para uma das fontes ouvidas pela revista Cosmopolitan.


NA CAMA VALE TUDO???

Segundo a sexóloga Carla Cecarello, usar uma lingerie apimenta a relação na hora da cama. Combinar a roupa sensual a uma maquiagem e sapatos de salto alto vai agradar o parceiro.
Ser liberal, não ter frescuras e participar do que o homem está propondo são as dicas do terapeuta sexual Amaury Mendes Junior. Os homens adoram fazer sexo em lugares e em posições diferentes, segundo o profissional .

Mostrar ao homem que ele está proporcionando prazer é fundamental. "A mulher pode soltar um gemido ou fazer gestos que ele entenda que ela está gostando do sexo", sugere a sexóloga Carla Cecarello.

"Depois do sexo, evite começar a falar sem parar, respeite o tempo de satisfação do homem", diz Carla Cecarello. Segundo ela, "ficar abraçadinho" tudo bem, mas é preciso dar tempo ao parceiro nos momentos seguintes ao sexo.

Elogiar o corpo do parceiro, dizer como ele é mais do que os outros homens e como ele é "bom de cama" são coisas que eles adoram, segundo o terapeuta sexual Amaury Mendes Junior.

"Fantasias de enfermeira ou doméstica fazem o homem se sentir por cima, no controle naquele momento do sexo", afirma o terapeuta sexual Mendes Junior. Segundo ele, a mulher pode brincar com isso e entrar no papel para deixar o homem ainda mais atraído. "Claro que tudo que acontece ali é uma brincadeira, mas é estimulante para o homem", explica.

Segundo Mendes Junior, o homem passa o jantar inteiro esperando a hora do sexo. A mulher pode usar truques para seduzir o parceiro. "Ela pode encostar a mão nele, cruzar as pernas de uma forma sensual, sem deixar ele perceber que é de propósito, deixar ele pensando se ela quer ter relação sexual com ele ou não", sugere o terapeuta.


SOLTEIRICE

Ao pensarmos rapidamente, associamos o "estar solteiro", ao simples fato não ter um parceiro afetivo. Porém, se olharmos mais profundamente, perceberemos como muito mais coisas podem estar por trás dessa palavra. Quando ouvimos que alguém está solteiro, diversos sentimentos podem passar em nossa cabeça: para alguns denotará algo alegre, como diversão, farra, liberdade. Para outros, serão associados significados mais tristes, como solidão e sensação de que falta algo, de estar incompleto. Estar solteiro é um estado civil no mundo externo, no seu significado convencional, mas em nosso mundo interno pode ter vários sentidos.

CONSEQUÊNCIAS DE NOSSAS ESCOLHAS

Muitas pessoas acham que a solteirice deve ser um estado transitório, um momento em que nos preparamos para ter um par, como se ter um relacionamento fosse o objetivo de se estar solteiro. Essa é justamente uma das causas do sentimento de solidão que muitas vezes sentimos quando estamos solteiros. Se partimos do princípio que nosso objetivo é encontrar alguém, criamos o sentimento de falta dentro de nós. Ter vontade e querer encontrar um parceiro é diferente de ter isso como objetivo, como algo que precisa acontecer em nossa vida. Portanto, solteirice e solidão só estão associados quando assim escolhemos.

Basta lembrar que podemos nos sentir solitários mesmo estando em um relacionamento. O sentimento de solidão e de falta são consequência das escolhas que fazemos em relação ao modo como queremos vivenciar nossa vida. Estão longe de ser causadas pelo que está fora de nós, como pelo fato de não ter um parceiro amoroso.

Há quem não goste de estar solteiro e reclame da falta de uma companhia, de alguém para dividir sua vida. Tais pessoas sentem-se muito mal e perdem até a vontade de sair de casa e de participar de atividades sociais, afinal estão todos acompanhados e estar só é uma situação constrangedora. De fato, existe uma pressão externa das pessoas, quase como uma regra que exige que tenhamos um par afetivo, como um pré-requisito de ser um pessoa normal ou bem sucedida. Principalmente a partir de certa idade, é quase uma obrigação ter um parceiro. Porém, nós é quem escolhemos acatar ou não essa regra social. Não há certo ou errado, mas se escolhemos acatá-la, escolhemos também vivenciar o mal-estar que essa escolha representa ao estar só, e portanto teremos de arcar com os sentimentos de frustração.

Será que estar solteiro realmente é algo assim tão difícil para a vida social, ou somos nós quem colocamos muito peso e valor à regrinha de "ter que" possuir um parceiro?

DISFARCES, MEDO E APRENDIZADOS PESSOAIS

Se para muitos estar solteiro é visto como algo negativo, para outros é sentido como sinônimo de liberdade. Ainda que aparentemente quem percebe a solteirice de modo positivo esteja bem resolvido, isto não necessariamente é verdade. Toda a movimentação social e convicção ao dizermos que preferimos estar solteiros podem ser simplesmente uma disfarce para o medo e para a fuga dos relacionamentos mais profundos. A constante companhia de outras pessoas, ou os seguidos relacionamentos românticos superficiais podem não ser uma escolha de curtir a vida desta maneira, mas distrações que refletem a fuga em lidar com nossas próprias dificuldades de relacionamento. As pessoas costumam dizer que os relacionamentos são difíceis, mas os relacionamentos são relacionamentos, nem fáceis nem difíceis. Somos nos quem ainda não aprendemos a lidar com eles e conferimos a eles essa qualidade. A dificuldade está em nós e não na relação. Se a outra pessoa é difícil, ela nada mais é do que um reflexo de nossa própria falta de habilidade em nos relacionar.

Como saber se estamos nos deixando levar pelas pressões internas ou externas e deixando de fazer nossas verdadeiras escolhas? Geralmente os sentimentos autênticos e disfarçados se misturam e cabe a nós utilizar toda a nossa honestidade com nós mesmos para reconhecer o quanto estamos nos iludindo. Só mesmo cada um de nós lidando individualmente com nossa verdade mais profunda pode descobrir isso. Pode ser estranho, desagradável e até dolorido reconhecer como nós nos enganamos. Podemos sentir vergonha e culpa em assumir, nem que seja para nós mesmos, aquilo que consideramos "fraquezas" ou "fracassos", mas que na realidade são apenas nossos desafios e aprendizados pessoais.

Não importa se estamos sós ou acompanhados, enquanto nosso foco estiver na opinião das pessoas, na existência ou não de um parceiro afetivo, ou em qualquer outra coisa lá fora, estaremos continuamente sujeitos aos sentimentos de insegurança e frustração. Podemos sim, enquanto solteiros, verdadeiramente nos preparar para um novo relacionamento e curtir a vida social e relacionamentos mais superficiais, porém, isso só é possível quando é uma escolha verdadeira e sincera com nós mesmos, e não uma resposta às nossas carências e pressões externas, ou uma fuga de nossas questões mal resolvidas internamente.

Se soubermos reconhecer o que efetivamente se passa dentro de nós, saberemos curtir a nossa individualidade e estaremos felizes, independente do estado civil!

domingo, 14 de agosto de 2011

TUBARÃO DE VOLTA

Contando com o ponto de vantagem por ter vencido a primeira fase da Divisão de Acesso com Campeonato Paranaense, o Londrina Esporte Clube (LEC) garantiu a volta à Primeira Divisão do Campeonato Paranaense de Futebol ao vencer neste domingo (14) por 1 a 0 o Nacional, no Estádio Eric George, em Rolândia (25 km de Londrina). O gol foi marcado aos 32 minutos do primeiro tempo por Sílvio.

PROTESTO

Um curioso protesto chamou a atenção de cidadãos que passavam pelo Calçadão de Londrina, durante a manhã deste sábado (13). Intitulado 'Basta, Londrina Sangra', um grupo de pessoas desfilou com uma faixa pedindo abertura de investigação para apurar irregularidades na administração municipal.

O Ministério Público já denunciou quatro vezes por improbidade administração o prefeito Barbosa Neto (PDT). Uma das ações trata sobre a crise na saúde, deflagrada por meio da Operação Antissepsia, em que 21 pessoas foram presas. O Gaeco identificou desvios na área da saúde pública e pagamento de propina para servidores

Fonte: Bonde

PLANEJANDO

Chega um momento na vida de toda mulher que ela deve tomar decisões que podem valer para a vida inteira. Planejamento é tudo, não é mesmo? Entre todos os assuntos importantes na vida de um casal, ter ou não ter um filho requer muita conversa. Afinal, cada um pode ter opiniões diferentes a respeito dessa importante opção.

A vida agitada e corrida por causa da carreira profissional condicionou os casais a terem mais cuidado ao escolherem ser ou não pais. Os professores Fabio e Andréia Perboni, de São José do Rio Preto (SP), após incontáveis conversas, decidiram não ter filhos. Além de trabalharem e estudarem muito, eles acreditam que não precisam seguir um modelo padrão de casal para serem felizes. “Não há porque ter um filho apenas para satisfazer a vontade da família”, afirma Fabio.

Já o fotógrafo Roni Sanches, de São Paulo, tem uma história diferente. Ao se casar, com Adriana, os dois logo se sentaram para planejar a vida em comum. Ambos tinham dificuldades para definir se queriam ou não ter filhos. Depois de muitas conversas e uma viagem a dois, o casal decidiu ter um bebê - uma menina, hoje com 2 anos.

Ao exporem medos e dúvidas um ao outro, Roni e Adriana dizem que tiveram mais segurança para fazer escolhas decisivas para as suas vidas. Entre perdas e recompensas do dia a dia, o casal conta que não deixa de fazer absolutamente nada do que fazia antes do nascimento da filha. “Pelo contrário, as coisas têm um sabor especial e ela é nossa grande companheira de aventuras.”

Casais que não podem ter filhos por meios naturais também enfrentam a decisão de serem pais ou não. Em muitos casos, métodos de reprodução assistida, como inseminação artificial, são suficientes para viabilizar o sonho da maternidade e da paternidade. Já para outros, adotar uma criança é a solução. Em qualquer desses casos, a psicóloga Maria Inês Giora, de São Paulo, afirma que o desejo de ter ou não filhos deve vir acompanhado de uma sólida argumentação a favor ou contra, e de muita conversa. O casal deve descobrir isso junto. Só assim cada um irá entender os desejos do outro e construir uma vida feliz.

Ter ou não um filho não é uma decisão fácil de ser tomada. É preciso refletir tanto em relação à vontade de vocês quanto sobre os gastos que terão. Sim, ter uma criança é uma grande responsabilidade e, por isso, deve ser uma escolha muito bem pensada.

Lembre-se que a vida nos oferece vários caminhos a seguir. Basta você e sua família decidirem o que for melhor. Conversar é sempre a melhor opção. Seja transparente em relação aos seus desejos e sentimentos. O resto é consequência. O importante é realizar os sonhos dos dois. Deseje ser feliz sempre!