sábado, 27 de fevereiro de 2010

OPERAÇÃO"ZERO" DE MATO NOS BAIRROS DA ASSOCIAÇÃO


Alguns proprietários fazendo sua parte, e você está fazendo a sua também?

GUERRA AO MATO ALTO COMEÇA A DAR RESULTADOS

DEPOIS (Rua Emílio Aranda)


ANTES

Desde o início do ano estamos atentos ao mato alto em nosso bairro. Começamos a desenvolver um trabalho de fiscalização "in loco" nos terrenos onde o mato está bastante alto e estamos noticiando a CMTU para que a mesma possa notificar os proprietários e solicitar o serviço de roçagem. Fotografamos os terrenos e começamos a verificar alguns êxitos do nosso trabalho, conforme ilustram as fotos:

domingo, 21 de fevereiro de 2010

GUERRA AO MATO ALTO







Estamos fotografando todo mato alto no nosso bairro e estamos levando ao conhecimento das autoridades constituídas. Nem seria necessário dizer que cada um deveria cuidar do seu terreno, mas infelizmente não é isso o que ocorre. Até a APAE que deveria dar exemplo, não faz isso, mas estamos de olho e cobrando!!!!!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

PINGUELA AGUARDA TRANSPOSIÇÃO


A Pinguela que vocês estão vendo na foto está aguardando o serviço de transposição dos Jardins Vale do Cedro com o Jardim Vicente Palotti. Enquanto isso moradores sofrem para atravessarem a "pinguelinha" para ir principalmente ao Posto de Saúde do Armindo Guazzi.

COBRANÇA SOBRE MATO ALTO

Praça do Jardim Monterrey
Rua José Ernani Neves com Vitório Marandola

Rua Emílio Aranda com João Romanholi


Rua Emílio Aranda


Foi protocolado na CMTU ofícios solicitando a roçagem dos terrenos cujo mato está bem alto em nossa região. Esperamos que as autoridades tomem as devidas providências. Seguem as fotos:

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

CUIDADO COM A DENGUE

Secretário de Saúde alerta para risco de dengue

Agajan Der Bedrossian ratificou a necessidade de mobilização dos cidadãos de Londrina, destacando a possibilidade de uma epidemia da doença no norte do Estado


Durante o pronunciamento realizado na manhã de hoje (22), na Vila da Saúde, por ocasião do Levantamento do Índice Rápido do Aedes (Lira), o secretário municipal de Saúde, Agajan Der Bedrossian, alertou para os riscos da dengue na cidade.

A maior parte dos criadouros do mosquito Aedes é observada dentro das residências, segundo o secretário. Entre as causas do aumento do índice, podem ser apontados o excesso de chuvas e de calor. “Segundo o serviço de meteorologia, estatisticamente, nunca choveu tanto quanto nos últimos meses”.

Agajan afirmou, ainda, que, nas regiões com maior índice de infestação (região oeste e central), o investimento da Secretaria é maior. A equipe já está trabalhando, inclusive, no sentido de comunicar à população sobre o risco que acomete a região.

“É um problema seríssimo. As pessoas estão querendo se acomodar com relação à dengue, e a dengue mata. Mata como, por exemplo, a gripe A, que nós tivemos aí, e precisa de um combate tenaz, permanente”, alertou.

Ele destacou a tendência da população de se “acostumar” com a dengue, que não recebe tanta atenção e cuidados, quanto a gripe A. Existem períodos em que os surtos são maiores, e Londrina é um local de risco, especialmente, por causa das temperaturas elevadas, até em comparação com outras regiões do Estado.

“É impossível para a Saúde erradicar o problema sozinha. É preciso mobilizar toda a população. A gente não tem como entrar em todas as casas do município para ver se tem ali uma lata velha, uma bacia, um vaso, um brinquedo acumulando água”, ressaltou o secretário.

“O pior na nossa situação é que ela não se restringe a Londrina. Pelas informações que nós temos, todo o norte do Paraná está em situação semelhante. Isso torna-se mais preocupante, há uma onda, uma possível epidemia por parte da dengue”, acrescentou.

A partir da segunda infecção, aumentam as chances de ocorrer dengue hemorrágica. “E como essa é uma doença que já vem se arrastando há anos e anos, cada vez aumenta mais o número de pessoas que já tiveram uma vez a doença. Na segunda e na terceira, o risco é muito, muito grande”, destacou.

A secretaria tem adotado procedimentos de punição para os casos de omissão. Pode ser aplicada multa que vai de R$ 161 reais até R$ 16.100, que pode ser reaplicada, havendo reincidência, quando constatada a presença do mosquito, sem que o morador tenha tomado as providências necessárias.
(Londrina, 22 de janeiro de 2010)
Da Redação
n.com@sercomtel.com.br

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

FÉRIAS

Bom Pessoal, como ninguém é de ferro, estou de férias. Em breve, retornaremos com mais notícias para a comunidade.