quinta-feira, 10 de março de 2011

CARMA AÍ GENTE!!!!

Uma das grandes preocupações e dúvidas da maioria de nós está relacionada a questões que envolvem o destino. A pergunta que mais fazemos todo o tempo é: afinal, somos livres ou predestinados? Até que ponto temos o poder da escolha, o livre arbítrio? E até que ponto esse poder de decisão existe?


Na verdade existem dois tipos de carma: um que requer nosso esforço e aprendizado para sair e um outro do qual não possuímos saída alguma. Se pararmos para observar nossas vidas e as vidas das pessoas mais próximas a nós, poderemos confirmar essa tese.

Todos passamos por dificuldades em nossas vidas, umas maiores, outras menores. Fases de algum sofrimento, normalmente marcada por trânsitos de Saturno e de extremo sofrimento marcada geralmente por Plutão. Esses dois planetas estão diretamente relacionados com as questões de carma: um que pode ser transformado através de nosso esforço e conscientização e outro que, infelizmente, não podemos transformar, pois faz parte de nosso grande aprendizado de alma.

Existem várias situações para exemplificar o que estou dizendo. Por exemplo: as dificuldades financeiras, os relacionamentos afetivos que envolvam casamento com alcoólatras, drogados, doentes mentais, neuróticos e toda espécie de dificuldades maiores que podemos viver, estão relacionadas com nosso carma transformável através do esforço e da eliminação da ignorância. Quando nos damos conta do porquê de estarmos aguentando algumas situações e nos dedicamos bravamente para entendê-las e sair delas, acabamos por dar um grande passo em nosso processo evolutivo.

Em certa ocasião, um leitor me procurou para que eu explicasse para ele o motivo de sua provação: ele tem dois filhos com paralisia cerebral. Quando me deparei com tamanha impotência e sofrimento, percebi rapidamente que esse é o tipo de carma que não podemos transformar, pois está diretamente atrelado ao destino de nossa alma e mais ainda, de nosso espírito. Não existe saída para esse tipo de situação, pois qualquer decisão pode criar ainda mais carma. A única saída é a resignação aos desígnios de Deus.

Portanto, se estiver passando por alguma espécie de provação, pare para refletir os motivos e as possíveis saídas dessa situação. Muitas vezes nos sentimos impotentes, mas não tomamos a atitude necessária por medo ou dificuldade de enfrentar a vida sozinhos. Reflita, mude o que for necessário e possível e aceite seu destino, caso não tenha outra saída.
Eunice Ferrari

Fonte: Terra



quarta-feira, 9 de março de 2011

MAU HÁLITO????

O mau hálito, chamado de halitose, gera um grande desconforto e constrangimento. Esse problema pode ter origens variadas. Quer saber o que pode causá-lo? Então, confira as explicações do médico Vladimir Schraibman, especialista em cirurgia geral, gastrocirurgia e orientador de cirurgias robóticas da área de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo do Hospital Albert Einstein, de São Paulo:

1 - O hálito é composto pelo ar expirado após a inspiração que provoca as trocas gasosas fisiológicas, associado às substâncias eliminadas por via pulmonar. Essas substâncias partem do intestino para o fígado, bile, sangue e, finalmente, pulmões, quando são eliminados pela expiração. Todo o processo resulta no odor desagradável por causa da passagem do ar pela cavidade bucal ou estômago durante a respiração.

2 -Em pacientes portadores de refluxo, o conteúdo do estômago reflui em direção à boca contendo restos alimentares e sucos gástricos que, muitas vezes, ainda estão indigestos, causando mau hálito crônico. A gastrite, por gerar uma lentidão maior no estômago, pode induzir quadros de digestão lenta com liberação de "gases" estomacais que originam o odor bucal. Refeições ricas em proteínas também podem gerar o problema, pois acarretam uma digestão lenta com liberação de amônia e resíduos que são ricos em odores que levam à halitose.

3 - Pesquisas efetuadas pela Associação Brasileira de Halitose (ABHA) concluíram que é um mito que o mau hálito crônico tenha sua origem no estômago. Isso existe porque se associou estômago vazio com halitose, mas é um fenômeno passageiro. Se a pessoa ficar mais de quatro horas sem se alimentar, o corpo sofre com hipoglicemia (diminuição na quantidade de açúcar para o organismo queimar). Assim, o organismo passa a consumir ácido graxo (gordura), presente na corrente sanguínea. Esse ácido possui um odor fétido e é volátil. Quando a pessoa expira e há a troca de gases no pulmão, o cheiro ruim do ácido graxo é eliminado, sendo caracterizado como halitose matinal, que muitas pessoas têm. Mas, a partir do momento que se alimenta, o mau cheiro desaparece.

4 -Há vários problemas que podem influenciar no aparecimento da halitose, como jejum prolongado, higiene bucal inadequada, diabetes, prisão de ventre. Estresse e medicamentos controlados também podem ser responsáveis pelo mau hálito, porque inibem o fluxo salivar.

5 - A halitose pode provocar alguns prejuízos emocionais, como insegurança ao se aproximar das pessoas, seguida de depressão, dificuldade em estabelecer relações amorosas, esfriamento do relacionamento do casal, resistência ao sorriso, ansiedade, e baixo desempenho profissional, quando o contato com outros é exigido.

6 - Menos de 10% das pessoas que sofrem com a halitose têm problema gástrico. Em 90% dos casos, a saburra lingual (placa bacteriana esbranquiçada, que também pode ter coloração amarelada ou amarronzada, que se forma no fundo da língua) é a principal causa do incômodo.

7 - Quando a halitose é gerada por problemas digestivos, o médico deve avaliar quais detritos estão mais presentes na mucosa bucal e, a partir daí, definir se há necessidade de um tratamento ou apenas orientação sobre a higiene bucal.
Fonte: Terra

SEU HOMEM É UM PAVÃO?????

Descubra se você já saiu com um homem pavão

Também conhecido como homem faisão, é fácil identificá-lo: usa em todas as frases o pronome "eu" e é o sabedor de tudo; se existe um grupo de pessoas conversando, ele não deixa que os outros dêem uma opinião. Além de ser inconveniente, faz o tipo sedutor vinte e quatro horas por dia e não se interessa apenas por mulheres solteiras, mas por aquelas que são bem casadas, para testar seu poder de sedução.

Como ele se tornou pavão? Alguns já nasceram assim; outros foram incentivados por suas namoradas ou esposas ciumentas que fizeram crer ser o mais lindo da face da terra sendo posteriormente traídas.

A história concede alguns detalhes sobre o mito do pavão que sempre foi associado à vaidade, pois era ave de Hera, a esposa de Zeus e por isso, um símbolo solar e divino. Em algumas regiões da África, homens usam penas de pavão para afastar a seca provocada pelo sol e para eles, a plumagem é supostamente produzida pela transmutação espontânea dos venenos que a ave absorve para destruir seus inimigos. No universo chinês, serve para exprimir votos de paz e prosperidade e ao mesmo tempo é chamado de alcoviteiro pelos mais antigos, já que era utilizado como chamariz de mulheres. Nas tribos do Vietnã, os homens colocam penas de pavão presas ao cabelo para identificar que estes fazem parte do universo dos pássaros.

Existem algumas variações do homem-pavão:
1) Paquerador compulsivo: sempre conta o histórico sexual das meninas com quem saiu;
2) Ciumento: não só da namorada, mas dos amigos;
3) Esportista: só fala dos exercícios que faz na academia;
4) Fanático: o que tenta converter para sua religião ou esporte preferido;
5) Nostálgico: não consegue contar um caso sem relembrar a história desde o início;
6) Vidente: se você fez algo que não deu certo, ele responde: eu sabia etc. etc;

Pavonear pode ser considerado bom, mas pavão chato é de doer, porque peca pela falta de educação e inconveniência além de ser enfadonho, cricri, grosseiro, repetitivo e tem o prazer de estragar o bom humor do grupo.

Existe cura para o homem pavão? Sim, com a educação; portanto, se conheceu um rapaz e se entender que pode ter futuro (pois existe admiração, afinidade e cumplicidade) ainda existe salvação.
Fonte: Terra

EPIDEMIA DE DENGUE

Com 1,5 mil casos confirmados, Londrina enfrenta epidemia de dengueSegunda morte pela doença foi confirmada nesta quarta. A vítima foi uma mulher de 42 anos que morreu em fevereiro dentro de uma UBS na região central da cidade.

Londrina já vive uma epidemia de dengue. A confirmação foi feita pela gerente de epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde, Sandra Caldeira. O novo boletim epidemiológico, divulgado na tarde desta quarta-feira (9), confirmou 1.552 casos da doença na cidade e mais uma morte, dessa vez por Dengue Com Complicação (DCC).

A vítima foi uma mulher de 42 anos, moradora da região central, que morreu em 18 de fevereiro logo após chegar à Unidade Básica de Saúde (UBS) Clair Pavan, na Rua São Paulo, região central, à procura de atendimento. O Paraná já confirmou cinco mortes pela doença.

Sandra Caldeira explicou que a influência de três fatores determinou a epidemia na cidade, entre eles, o coeficiente de incidência por 100 mil habitantes, que já passou de 300. Se antes a maioria dos casos estava concentrada na zona leste, hoje eles estão disseminados em todas as regiões da cidade. “Está tendo um aumento progressivo em todas as regiões, principalmente da última semana para esta”, disse Sandra.

Para a gerente de epidemiologia, a epidemia já era prevista e todas as ações desenvolvidas já foram pensadas considerando essa possibilidade. Segundo ela, não haverá mudanças com relação ao controle do mosquito. “A gente já vinha avisando que os números iam aumentar e deve aumentar mais ainda”, justificou.

O estado notificou 17.607 casos suspeitos de dengue até esta quarta-feira (9), de acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) nesta tarde. Desse total, 2.994 foram confirmados, sendo apenas 100 importados de outros estados. Londrina concentra mais de 50% das confirmações (1.552).

Já são 29 casos graves da doença no Paraná, sendo 16 de Dengue com Complicação (DCC) e 13 de Febre Hemorrágica da Dengue (FHD). Até agora, o estado já confirmou cinco mortes por dengue. Foram duas em Londrina, uma por febre hemorrágica e outra por dengue com complicação, e três em Jacarezinho, sendo duas por FHD e um por DCC. Os dois municípios concentram 68% dos casos de dengue no Paraná.

Aumento de 42% nos casos

Londrina registrou um aumento de 42% no número de confirmações de dengue em relação à semana passada, quando a cidade havia confirmado 1.089 casos da doença. Já foram 6.563 notificações de casos suspeitos. Desse total, 1.552 foram confirmados, 587 descartados e 4.424 continuam sob investigação. Do total de confirmações, apenas cinco casos foram importados de outros municípios.

A região leste da cidade, que vive uma epidemia da doença, ainda apresenta o maior número de confirmações de dengue, com 973 casos. Logo atrás estão as regiões sul (186), central (178), norte (124), oeste (85) e zona rural (6).

Lira

O Conjunto Vivi Xavier, na zona norte de Londrina, foi o bairro que apresentou o maior índice de infestação pelo mosquito transmissor da dengue (7,85%), de acordo com o último Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti (Lira), realizado entre os dias 1 e 3 de março.

Os conjuntos Chefe Newton (4%), Milton Gavetti (3,7%) e Aquiles Stenghel, localizados na mesma região, também apresentaram altos índices de infestação. Por isso, a Secretaria Municipal de Saúde informou que vai intensificar as ações de combate ao mosquito na região norte com mutirões de limpeza e fumacê.

O Jardim Bandeirantes apresentou o maior índice de infestação (3,20%) registrado na zona oeste de Londrina. Atrás dele estão o Jardim Marcanã (2,14%) e o Conjunto Santiago (1,83%). Os trabalhos de limpeza e fumacê, de acordo com a Prefeitura, foram realizados na região durante a última semana.

Reforço

Na próxima segunda-feira (14), 89 novos agentes de endemias, contratados emergencialmente com recursos do governo do estado, iniciam treinamento teórico, com duração de três dias, no auditório da Supercreche em Londrina. Os agentes vão trabalhar por seis meses no combate ao mosquito da dengue na cidade.

Durante o feriado de carnaval, os agentes de endemias visitaram 230 pontos denunciados por meio do telefone do Disque Dengue. De acordo com o coordenador de endemias, Elson Belisário, ainda restam cerca de 70 imóveis, denunciados pela população, para serem visitados. As informações foram divulgadas nesta quarta por meio da assessoria de imprensa da Prefeitura de Londrina.
Fonte: Jornal de Londrina

domingo, 6 de março de 2011

PRESIDENTE COBRA MAIOR EFICIÊNCIA DA CMTU




Dia 05 de março de 2011, sábado, na nossa rotineira ronda pelos bairros da Associação, percebemos que a empresa que realiza o serviço de roçagem ainda não tinha atendido a programação dos serviços. As chuvas atrapalharam bastante também, fevereiro, foi um mês chuvoso, contudo o mato está muito alto por aqui. De prontidão pegamos o telefone e ligamos ao Diretor de Operações da CMTU, Luciano Borrozino, cobrando uma solução para a questão do mato alto. O mesmo se referiu ao cronograma, alegando que o pessoal da empresa já estaria bem próximo aos bairros consubstanciados pela Associação. Solicitamos que ao menos a empresa fizesse a roçagem da praça para que as crianças pudessem brincar. Passados uns dez minutos de nossa ligação, dois tratores já estavam fazendo a limpeza da praça. O Luciano tem nos atendido sempre, é um diretor atuante no governo do prefeito Barbosa Neto. Londrina é uma cidade enorme, são muitos problemas, mas, a comunidade que paga seus impostos, e é natural, acaba cobrando ações rápidas do poder público. Enfim, estamos atentos e fazendo a nossa parte, esperamos que por esse dias os serviços de roçagem das demais áreas públicas possam ser efetuados, deixando nossa região com um aspecto bem melhor. Aí sim, cada um fazendo a sua parte, e quem ganha com tudo isso, somos todos nós!!!!

CMTU TESTA CARRINHO DE PINTURA DE MEIO FIO

A CMTU está testando um carrinho de pintar meio fio. Seria muito bom se realmente esse tipo de atividade acontecesse em nossa cidade, principalmente nos bairros. Estou aproveitando a iniciativa e solicitando a pintura ao redor das praças.

quinta-feira, 3 de março de 2011

POR DENTRO DA MODA - SHORTINHO CURTO, HUM!!!!

Peça vira febre entre as mulheres no verão brasileiro

Definitivamente, os shortinhos ganharam o corpo (e o coração) das mulheres brasileiras neste verão, numa tendência que já vinha se confirmando desde a temporada passada.

É o que se pode constatar diariamente pelas ruas do país. O shortinho faz tanto sucesso por aqui que já se tornou febre inclusive entre as celebridades. No que diz respeito ao estilo, o mundo da moda oferece boas opções: desde aqueles modelos mais curtinhos, passando pelos de cintura alta e até os mais “moderninhos”, com o bolso de fora, que têm se destacado nesta época.

No quesito criatividade, a sugestão é dar uma chance aos modelos com jeans mais desgastados. Qualquer que seja a escolha, porém, na hora de combinar com outros itens, o shortinho é perfeito. Ele tem como vantagem o fato de cair bem com praticamente todas as peças usadas no verão – regatinhas, batas e blusas floridas e rendadas, por exemplo.

Compondo o look, é bom recorrer a uma sandália rasteirinha, sapatilha ou mesmo um tênis mais leve. Outra dica é apostar no shortinho para o estilo moda praia, combinando-o com os biquínis.